domingo, abril 18, 2010
quarta-feira, janeiro 27, 2010
quinta-feira, novembro 26, 2009
Sinopse
quinta-feira, outubro 15, 2009
A carta que eu nunca te escrevi
sábado, setembro 05, 2009
sexta-feira, agosto 28, 2009
Pequenas coisas
Banalizaram-se todas as cores, o céu já não têm tantas estrelas como ontem e a chuva já não sabes ao mesmo. São aquelas pequenas coisas. Aquelas que se banalizaram.
Com o passar do tempo aprendes que o silêncio não é assim tão mau quando já esgotaste as palavras.
Eu quero ser diferente! Quero inventar novas palavras, quero descobrir todos os dias uma estrela nova e recordar todos os dias o sabor da chuva.
Porque são aquelas pequenas coisas, aquelas que se banalizaram que me ensinaram tudo o que sei, que me fizeram apaixonar por tudo o que tenho.
Porque sou eternamente responsavél por aquilo que cativei e será sempe o amor que depositei nessas pequenas coisas que as fizeram tão únicas, tão minhas, tão nossas....
sexta-feira, agosto 14, 2009
Cresci
Guardo o passado com um sorriso, porque aconteceu e nem tudo foi mau.
Houve quem me ensina-se a agarrar a lua com as duas mãos, quem me ensina-se a esperar, quem me ensina-se a amar, que me ensina-se a viver apenas o presente. Houve quem me magoa-se para que eu me torna-se forte e quem me fizesse ver quem nem tudo é como se sonha.
Persigo o sonho de sempre, com a vontade de sempre.
Relembro-me por vezes com saudade, daquilo que fui e o tanto que já quis ser.
Faço escolhas e sigo caminhos, ando de frente e para a frente.
Cresci.
sábado, maio 16, 2009
Tudo VCS Nada
Apetecia-me perder a desconfiança pelo caminho, as incertezas deita-las ao chão e os medos.. quem me dera que eles simplesmente desaparecesem.
Doí-me o coração de tanto querer acreditar, a alma e o corpo todo.
Podes pelo menos hoje acreditar tu por mim que tudo isto terá um final feliz?
Sinto-me tão cansada de mim mesma aqui dentro, daquela que não se mostra, só se sente, que é a tua consciencia e o teu coração, a mistrura da tua alma com a tua carne.
Queriam tantos ter o que eu já tive, queriam muitos ter o que eu tenho agora...
sexta-feira, abril 10, 2009
Medos...
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!"
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
a ti...
sexta-feira, janeiro 30, 2009
segunda-feira, janeiro 26, 2009
(...)
quarta-feira, janeiro 21, 2009
Quando a realidade nos cai em cima.
Hoje em dia já ninguem luta, todos se contentam com migalhas do que se pode ter, até eu. É assim que me contento de ti, de momentos pequenos, palavras ditas quase em sillêncio, espaços que as vezes preenches porque és tu e não é mais ninguem. Fizeste-me encontrar o caminho de casa num momento em que tudo o que eu queria era simplesmente alguem assim como eu, que lutasse pelo que acredita, que fizesse acontecer quando todos os outros eram meros espectadores. Entras-te na minha vida de uma forma quase infantil, eras pequenino e eu pequenina era. Fomos principecinho e raposa, cativamo-nos. E quando se cativa algo, somos eternamente resposáveis pelo que se cativou. Claro que na prática nada é assim, e ainda hoje nao sei de qual nos é o principezinho e qual é a raposa. O que interessa salientar é que a forma infantil e misteriosoa com que entras-te na minha vida se tornouu em algo que agora vejo nenhum de nós esperava. O sentimento infantil que nutriamos, começou a amadurecer, os dias e a espera faziam de nós mesmos brinquedos. Limitamo-nos a seguir o curso daquilo que sentiamos, combatendo os ponteiros do relógio que teimavam em dizer-nos que o dia acabava quando ainda tanto faltava. Viramos ambos páginas, saltamos capitulos, tudo na ansia de chegarmos até nós. Nunca se devem virás páginas que nao foram lidas, nem saltar capitulos, pois a historia perde o sentido, o fio a meada perde-se e em determinado ponto aqueles que nao julgavamos lá estar entraram e formam eles mesmos um capitulo. Teremos sido fracos de mais
? Sim, acredito que sim. Há sempre a dedicação e o tempo, embora nao seja igual para toda a gente. Há sempre o esforço, a vontade e o amor. O amor. Esqueço-me sempre que a vida é maior do que o amor. Aprendi isso contigo, embora já estivesse desconfiada que assim o fosse. Mudaste-me sabes? Questões, perguntas, pontos de vista, gostos, vontades. Mudas-te as estações, e sempre que estava a teu lado ou era Verão ou era Inverno. Opostos, sim. Mas eu sempre gostei de desafios. E dei por mim já fascinada e envolta em tudo aquilo que eras. Respirarmos o mesmo ar era agora algo essencial, partilhar contigo era como ter motivo para viver e sim, o amor, o amor era enorme. Já te disse mais do que uma vez, voltei novamente a amar contigo. Antes de ti todos vinham, tocavam-me, ficavam um pouco, mas nao me tocavam a alma, nenhum deles me prendia verdadeiramente o coração, até te conhecer, até te provar, até me dares esse veneno que nao sei se é bom se é mau, porque tanto me faz feliz como infeliz.
Há dias como este, em que a relidade nos cai em cima e percebemos por mais que nao queiramos que nada é assim. Que planos e pensamentos nao nos levam a lado nenhum, que se põe sempre o pé na poça e que sempre, digam o que disserem, sempre se criam esperanças quando parte de nós quer que essa esperança exista. Eu sei que disse que ja nao havia fantasia, que ja nao sonhava, eu sei, mas no fundo sei que o faço, todos os dias em que me bates a porta com esse sorriso maroto, todos os dias em que algo em ti me faz estremecer novamente. E depois há os dias, em que a realidade nos cai em cima, e percebemos que devemos é realmente perceber que nao vale a pena sonhar, que a esperança mesmo que seja a ultima a morrer, devia ja estar num estado moribundo qualquer, mesmo que receba por vezes, algumas injecções de adrenalina.
Acredita muitas vezes que tenho vontade de desistir, de baixar os braços de tao cansados que estao de te acenar, um dia, e outro e outro. Mas isso vai contra tudo aquilo a que até hoje acreditei, vai contra o que ainda sinto, vai contra o que ainda por vezes vejo, vai contra aquilo em que sempre acreditei. E pergunto-me, até quando? A que custo? Nao penses que nao me faço as mesmas questões que tu, nao penses que todas as noites me deito e nao penso até quando e a custo é bom ter-te aqui ou se seria melhor ja nao te ter e até quando vou conseguir continuar a acenar-te e abrir-te portas e janelas para que tenhas sempre por onde entrar, mesmo que teimes sempre em sair.
Hoje sei, depois de ti, depois de te apoderares de tudo aquilo que sou, que sempre estive sozinha. É ironico, uma vez que sempre estive rodeada de gente, mesmo quando estava, mesmo quando estou contigo. Sabes, a solidão sempre foi um dos meus maiores medos, sei que o teu também, mas acreditas e nao sei se o dizes para te convenceres disso mesmo, que é assim que te ves, que te consegues ver assim. A verdade meu amor, é que nao acredito, porque sei qu
e precisas tanto como eu de alguem que te abrace todos os dias, que te acorde com um pequeno almoço na cama, que te diga coisas tolas porque te ama, que te faça surpresas, que te encha de mimos e carinhos, porque é disso que toda a gente precisa. De companhia. É facto comprovado que nos adaptamos, é facto comprovado que nos acomodamos e que as coisas se entranham em nós. E a verdade é no inicio se estranha e depois se entranha e tu nao foste exepção. Primeiro estranhei-te porque nunca conheci ninguem como tu e depois entranhaste-te de tal forma que todo o meu corpo é metade teu metade meu, toda a minha rotina é metade tua e metade minha. E é tao dificil sair-se da rotina e desentranhar-se o que tão bem se entranhou. Desculpa-me se divago, mas muito em mim vagueia entre um passado que está presente e um futuro incerto baseado em sonhos. Tento imaginar-me daqui a um tempo, 1semana, 1mes, 1ano. E dou por mim a pensar que nao te vou conseguir arrancar nunca de mim, pois és-me muito, tornaste-te muito. Acredito que cada vez que vir o mar me vou lembrar de ti, acredito que cada vez que alguém me disser "encosta-te a mim", é de ti que me vou lembrar. Quando chover, sei que me vai apetecer andar a chuva e sorrir porque num dia qualquer estive debaixo de chuva contigo e amei. Imagino-me a imaginar os nossos corpos nos sitios do costume e vou inventar um tema qualquer de conversa só para me poder lembrar dos dias, das noites e das tardes que passei contigo. Sei que cada vez que me deitar e tiver os pés frios é do teu corpo que me vou lembrar, das noites em que adormeci no teu peito. Acreito também que nao serei novamente capaz de amar assim, nao é cliché, sabes tão bem quanto eu, tudo aquilo porque passamos, quantas lutas travamos, cada lagrima derramada, cada mal entendido, cada abraço apertado. Mas nao serei capaz de fazer tudo isso sem pensar em ti. Mas há dias em que a realidade nos cai em cima, e percebemos que tudo isso se perdeu, que nos questionamos até que ponto foi real e nao um sonho. Esta é a parte em que a garganta doi e os olhos se enchem de lágrimas, umas de felicidade porque te tive, outras de tristezas porque te perdi. Há sempre dois lados da moeda e eu confesso que ainda nao compreendo o porque deste mundo ter sempre que nos tirar tudo aquilo porque que luta, tudo aquilo em que acredita como eu acreditei no nosso amor. Procuro-te em tudo o que me rodeia na esperança de encontrar aquela pessoa que conheci, com covinhas na bochexa quando se ri e um sorriso apetitoso de quem sabe que é maroto.
Mas ha dias em que a realidade nos cai em cima, acabam-se os sorrisos deliciosos e percebo que nem eu sou tua nem tu és meu. E a queda e maior, embora já a esperasse-mos doi sempre, seja a que horas for, da forma que for.
quinta-feira, janeiro 01, 2009
Mil formas
Há tanto de mim que desconheço, tanto de mim que desconhecem. Falta-me os gestos e as palavras, a razão de tudo e o ponto final que nao consigo colocar em tudo o que ja devia estar mais que acabado.
Mas porque? Porque teria tudo de ter acontecido desta forma? Cansa-me viver...
Já nao sei o que procuro, perdi-me entre lágimas e palavras, pensamentos e opiniões. Deixei de ser eu, passei a ser outra pessoa, aprendi a sobrerviver, desenvolvi a poção anti-sofrimento e deixo-me levar como se fosse uma folha que leva o vento. Danço consoante a musica, procuro migalhas para encontrar o regreso a casa, a casa onde fui feliz, onde tanto tive, onde tanto já me deram.
Silêncio! É de silêncio que preciso, de irracionalidade, de parar de tentar perceber o que nao têm razão de ser, mas que o é,. De abraços apertados, de sorrisos, de ouvidos, ouvidos abertos mesmo que custe ouvir o que se diz. Quero hibernar até saber fazer as perguntas certas, compreender as questões, perceber o que nao entendo e que algém me dê respostas!! É de respostas que preciso. Curtas, simples. Sinto-me a endoidecer, dentro de mim mesma, estou cansada de batalhas, de guerras, até das palavras que tanto para mim já foram. Paz!! É de paz, para perceber, para parar, para fazer parar o que já nao doi de tanto doer. Se ao menos tudo fosse mais facil... Se pudesse-mos corrigir os erros que cometemos, apagar a dor que se causa, falar em vez de calar, deixar de imaginar e fazer acontecer, perceber que os sonhos são isso mesmo, sonhos e que nada é como se quer. Quantas vezes já dissemos adeus para tantas vezes regressar-mos? Acho que preciso de voltar a acreditar que um dia serei novamente feliz, porque ja nao sei se sei, ja nao sei o que sentir, o que pensar, o que fazer. Improviso porque mais nao sei, mais nao sou capaz. Nao sou perfeita e nao consigo mais calar, nao consigo... Desculpem-me aqueles a quem magou, desculpem aqueles que me julgam forte quando neste momento tão fraca me sinto. Desculpem aqueles me o caminho me abriram e eu nao consegui seguir, aqueles que me amam e eu nao sei amar e aqueles que nao me sabem amar e eu amo.
Recordo tudo o que já fui, tudo aquilo que ja quis ser e tudo aquilo que hoje sou e nesmo assim nao me encontro, perdida em mim mesma estou. Entre memorias de paixao, sentimentos, felcidade e dor, lutas e batalhas perdidas, nao me encontro porque me tranformei em algo que nem mesmo eu sei o que é. Melhor? Pior? Nao sei...
quarta-feira, novembro 05, 2008
The Promise
As palavras já não têm o mesmo significado, tudo mudou. Perdesde a capacidade de amar e eu a de esperar por ti, nas noites frias e quentes, nos teus gestos perdidos e olhos fundos. Já nada significa para ti aquilo que significou antes, as palavras perderam-se assim como os sonhos, levaste-os tu, enquanto te procuravas no fundo dos meus olhos. Não soubes-te procurar-te ou não quises-te, pois todos lá te viam menos tu. Ficas-te perdido entre o que era amar e o que tu querias que fosse o amor. O que nunca percebes-te é que nada é como queremos, nem como tu queres, nem como eu quero. Tento explicar-te isso, mas nem isso vês, não entendes a língua que te falo pois nunca ninguem te ensinou a falar desta forma. Não sabes lidar com aquilo que desconheces e preferes ser tu a inventar outra forma de amor, preferes construir conceitos e sentimentos em vez de os entenderes.
Digo-te para me esqueceres para depois te procurar, para te fazer entender que não é preciso sofrermos tanto. Para te lembrar, ou acreditar, que existe um "se", e existe sempre um "se". Mas não queres ouvir, queres que seja o tempo a dizer-te e digam o que disserem o tempo não é igual para toda a gente. O tempo consome-nos, faz-nos perder. E a ti que te fará o tempo? Dar-te-á respostas para perguntas que nem tu mesmo sabes quais são? Já te pedi uma vez e volto a pedir.
Não cometas os mesmos erro que eu já cometi.
5/11/2008
quarta-feira, outubro 22, 2008
terça-feira, outubro 21, 2008
Grão de areia, pequenina, pequenina

Hoje não quero um dia igual aos outros, quero dizer tudo o que tenho a dizer antes que me consuma, antes que me mate por dentro esta solidão mesmo quando te tenho por perto. Porque não me sinto a fazer parte de ti. Sou alguem que tens a teu lado mas que nunca deixas entrar em ti. Alguém que amas da tua maneira, há tua maneira.
Já me perdi muitas vezes, umas porque quis outras porque me deixei levar, mas desta vez nem sei porque me perdi, não quero ir para esse lado que escolheste e não me deixo levar. Não sei onde estou ou para onde voei quando tudo começou a desvanecer.
Sinto-me grão de areia, pequenina, pequenina.
Apetecia-me ser pássaro e voar. Mas há qualquer coisa em ti que me faz querer ficar e qualquer coisa em mim que me faz ter vontante de voar.
Não sei para onde me leva esta estrada, talvez nem tenha saida e me faça recuar, mas talvez tenha no fim um bom destino. Nunca gostei de fazer escolhas, perde-se sempre algo e eu estou cansada de perder...
Sinto-me grão de areia, pequenina, pequenina outra vez.
É tudo gigante a minha volta e o mundo e a vida sempre foram e sempre serão maiores que o amor. Já não há Romeos e Julietas e pessoas com alma de pássaro, está tudo parado, cansado, embora no fim o que se espera atingir seja o mesmo e o mesmo não passe de uma mera útupia, a felicidade.
Acredito piamente que a felicidade é um estado de espírito, algo que se quer como um bem adquirido e que raramente é plenamente conseguido. Estamos demasiado congestionados para podermos ser felizes.
E sinto-me grão de areia, pequenina, pequenina, avulsa, perdida numa terra que nunca será a minha, querendo ficar e querendo partir. Dividida entre o que é real e o que poderia ser real, sonhado acordada. Perdida quando julgo conhecer o caminho para casa. Querendo acreditar numa palavra ambigua que não compreendo ainda bem o que é.
Afinal o que é o amor? Não há definição.
E continuo grão de areia, pequenina, pequenina...
sexta-feira, setembro 12, 2008
Não te perdoo, mas fico contigo?!
Agora mais do que nunca podes ter a certeza que tudo o que disse era verdade... Agora que, mesmo não conseguindo desculpar o imperdoável, resolvi ficar ao teu lado. Agora que voltaste a espetar sem dó nem piedade um punhal cujas palavras não consigo encontrar para definir ou descrever. Agora que as minhas ideias nadam em águas conturbadas e o meu coração se contorce ao ritmo deste mau estar.
Acho que nunca amaste ninguém a este ponto. (...) Que um dia entendas que um pedido de desculpas, embora não seja suficiente, por vezes ajuda. Espero que um dia consigas entender o que sinto agora. O que é não conseguir desculpar-te mas ainda assim optar por não desistir e continuar ao teu lado, (...), mesmo sem um pedido de desculpas como deve ser, mesmo sem promessas de não me voltares a fazer o mesmo, mesmo sem um pedido sentido para que eu fique.
Ficarei, por vontade própria... Porque te amo. Porque não quero deitar por terra tudo o que contruímos até agora e que tu não tens a noção do tanto que já alcançamos. Até quando? Até que me voltes a ferir outra vez desta maneira e me deixes sem chão. Até que descubra que afinal não vale a pena lutar. Até que acredite de vez que tu não me amas e nunca me amaste...
Não te perdoo, mas fico contigo.





