Nunca fui muito boa a quebrar laços, acho que uma forma ou de outra sempre acreditei nas palavras do Principezinho quando dizia que somos eternamente responsaveis por aquilo que cativamos. De fato e o tempo que gastamos com as pessoas que amamos que as torna tao especiais aos nossos olhos, e a verdade e que muitas vezes e mais especial aquilo que sentimos por elas e o que somos com as mesmas, do que elas proprias.
Mesmo assim nao acredito que deixamos de ser responsaveis por elas, mas e no exato momento em que nos apercebemos que de mais nada vale continuar a cultivar e a cuidar pois dali ja nada se recebe e cresce que temos de cortar laços. Mas cortar definitivamente, nao e deixar portas entre-abertas ou janelas mal fechadas. Custa, custa muito por todo o esforço, por todo o amor que dedicamos, mas tem de ser... sente se frio pois e preciso abrir a porta e deixar ir, abrir janelas para arejar e deixar que o vento leve para longe o que tanto se guardou. Mas e necessario. E necessario guardar no fundo do bau em forma de coraçao para dar espaço a tudo o que nos quer a nos cativar, de forma a sermos crianças e conseguir sorrir do que nos era banal, abrir asas para voar la bem alto e conseguir ter outra visao de nos mesmos.
E necessario cortar laços, mesmo que estejamos para sempre ligados aquela pessoa, e preciso saber a hora do que vale a pena ou nao, a hora de regar e as fases da lua para saber com o que contar. Ha pessoas que nos roubam e nunca mais nos devolvem na mesma forma e nenhuma outra conseguira reparar isso, mas sao os laços que cortamos com aqueles que em nos ja eram nos que conseguimos evoluir. E mesmo que depois disso acreditemos que deveriamos voltar aquela casa, aquele lugar, aquela musica, aqueles braços nunca devemos voltar. Nunca se faz um laço igual ao outro e nunca se cola um que se quebrou e por mais que nos custe nunca devemos voltar para onde ja fomos felizes, porque se tivesse valido a pena tinhamos ficado, nao te inham quebrado laços...
segunda-feira, março 24, 2014
segunda-feira, fevereiro 10, 2014
Lado lunar
Não sei há quanto tempo não escrevo numa folha em branco. Talvez há demasiado tempo.
A minha mãe costumava dizer que só escrevia bem quando estava deprimida. Talvez tivesse razão. Ela sabia muita coisa...
Reli o ultimo post que escrevi. Quase tudo se mantém. E já passou tanto tempo... Questiono-me se será correta esta fome de vida que tenho, esta vontade de ser e querer tudo. Tenho sempre tanta vontade de ser tanto, de querer tanto, de fazer tanto. Aquela música do Rui Veloso, Lado Lunar cabe-me como uma luva. O ser humano por si só já e insatisfeito, quer mais, sempre mais! E eu sou um ser humano! Quero voar, quero rir a gargalhada, quero borboletas nos estômago e noites em branco, quero brindes com amigos, quero dias de sol, danças na chuva e mar e amar... Mas também quero o meu espaço, a minha cama só para mim, a minha solidão e o meu silêncio, a minha voz calada a ver Tv, quero chorar, gritar, gritar, gritar....! "Toda a alma tem uma face negra", e eu também.
Talvez queira tão intensamente tudo que quando acontece não sei bem o que fazer, de que forma me devo comportar, que dizer ou fazer sem nada parecer teatro mas ao mesmo tempo real. Gosto de desafios, de gente que me desafia todos os dias, de respostas, de sangue a ferver de paixão, paixão, paixão.
Mil e uma coisas me ocorrem neste momento. Quero pegar no carro e sair por aí, mas não posso. Quero dormir e só acordar amanhã num universo paralelo ao quotidiano, mas não posso. Quero dançar, dançar, mas não posso. As vezes o céu não e o limite, o limite somos nós que não nos permitimos a loucura! Quero ser louca, quero! Não quero saber de juízos de valor, quero dizer o que quero a quem quero porque me apetece sem me preocupar com o amanhã. Mas não posso. Se metade de mim e loucura a outra metade e sanidade e realidade. Não posso.
Acho que a minha mãe tinha razão.
A minha mãe costumava dizer que só escrevia bem quando estava deprimida. Talvez tivesse razão. Ela sabia muita coisa...
Reli o ultimo post que escrevi. Quase tudo se mantém. E já passou tanto tempo... Questiono-me se será correta esta fome de vida que tenho, esta vontade de ser e querer tudo. Tenho sempre tanta vontade de ser tanto, de querer tanto, de fazer tanto. Aquela música do Rui Veloso, Lado Lunar cabe-me como uma luva. O ser humano por si só já e insatisfeito, quer mais, sempre mais! E eu sou um ser humano! Quero voar, quero rir a gargalhada, quero borboletas nos estômago e noites em branco, quero brindes com amigos, quero dias de sol, danças na chuva e mar e amar... Mas também quero o meu espaço, a minha cama só para mim, a minha solidão e o meu silêncio, a minha voz calada a ver Tv, quero chorar, gritar, gritar, gritar....! "Toda a alma tem uma face negra", e eu também.
Talvez queira tão intensamente tudo que quando acontece não sei bem o que fazer, de que forma me devo comportar, que dizer ou fazer sem nada parecer teatro mas ao mesmo tempo real. Gosto de desafios, de gente que me desafia todos os dias, de respostas, de sangue a ferver de paixão, paixão, paixão.
Mil e uma coisas me ocorrem neste momento. Quero pegar no carro e sair por aí, mas não posso. Quero dormir e só acordar amanhã num universo paralelo ao quotidiano, mas não posso. Quero dançar, dançar, mas não posso. As vezes o céu não e o limite, o limite somos nós que não nos permitimos a loucura! Quero ser louca, quero! Não quero saber de juízos de valor, quero dizer o que quero a quem quero porque me apetece sem me preocupar com o amanhã. Mas não posso. Se metade de mim e loucura a outra metade e sanidade e realidade. Não posso.
Acho que a minha mãe tinha razão.
quarta-feira, setembro 04, 2013
sábado, junho 08, 2013
Morrer aos vinte
Há
quem morra para a vida porque o coração deixa de bater, há que morra porque a
vida chegou ao fim e nada mais existe para viver, mas há quem lhe morra o
espirito e a alma, que é quase a mesma coisa quando o coração deixa de bater.
É preciso respirar-se amor, paixao, sol, mar, terra. É preciso cuidar-se do espirito e da alma, ser-se nos proprios, ouvir as nossas músicas, sentir os nossos pés no chão, no ar, correr, rir, rir desesperadamente… E preciso viver-se para não se morrer aos vinte.
É preciso respirar-se amor, paixao, sol, mar, terra. É preciso cuidar-se do espirito e da alma, ser-se nos proprios, ouvir as nossas músicas, sentir os nossos pés no chão, no ar, correr, rir, rir desesperadamente… E preciso viver-se para não se morrer aos vinte.
Quando
nos morre o espirito perdemo-nos do mundo, da vida, de nós, dos outros.
Deixa-se de sentir a vida, o chão, os cheiros, não existem cores, nem amores,
nem verao nem inverno. Enche-nos apenas o vazio, a solidão, as memorias, sobrevive-se
ao dia-a-dia.
Lembro-me
do cheiro do mar e de quando fechava os olhos e simplesmente sorria, quando me
sabia bem a areia por entre os pés, o vento frio na cara debaixo dos lençois, a
calma do coração quando acaba de ler um livro e o sentimento de plenitude que
fica, a chuva na cara e o cheiro da terra molhada, o respirar fundo sem
suspirar. Lembro-se do sabor do sal e do sol na minha pele e da fome de
conhecer paredes, ruas, esquinas, de bater a portas e correr. Lembro-me da paz
das noites de verão quando o calor era imenso, lembro-me dos sorrisos perdidos,
da vontade de correr e de ir , ir e não parar e da entrega.
Lembro-me da saudade e do sentimento bom depois do reencontro, das noites a contar estrelas debaixo de chuva, debaixo de luas. Lembro-me dos campos de girasois, das maos debaixo da mesas, da inocencia, da paixão, sim da paixão. Da calma, das guerras de amor e paz, dos dilemas, das músicas, das cidades que não conheci dos ramos de flores e das rosas roubadas e dos espinhos, do sal das lagrimas a cair, dos arrepios, de sorrir com os olhos, de andar sem correr.
Lembro-me
das conquistas, do jogo de sombras e corpos, da sedução, da sensualidade, da
cumplicidade e do silencio das palavras, de ver o mundo atraves de outros olhos,
do abraço forte, de me reconher ao espelho, de acredidar no “para sempre”, do
coração a bater forte, das borbuletas no estomago, da sede de cultura e
injeções de conversas soltas, da liberdade, sim da liberdade e da independencia
que se conquistou, dos beijos com sabor a sal, caramelo e afins.
Lembro-me
de mim, de quem era e de quem fui e agora sou, do futuro que idealizei, das
esperanças, das pessoas e das coisas, das caras e das sombras. Lembro-me de mim.
Morrer aos vinte é isto, sentir-se que o futuro é aquilo que já conhecemos no presente, é viver-se de lembranças e alimentar-se do que já se sentiu, é seguir em frente porque o tempo urge e a vida segue dia após dia conosco de arrastão. É ensinar quem se quer que existe tudo isso para que vivamos através de outros porque nós morremos por dentro. Porque alguem nos roubou de nos mesmos e nos prendeu num presente qualquer do qual nos fomos deixando estar, porque agora as janelas estao trancadas e as portas vigiadas para que tudo seja como agora, que nada esteja fora do lugar, para que a rotina continue, porque o medo é maior.
É
cronometrar e viver em funçao de, é deixar de se ser quem e porque não se pode,
é esquecemo-nos de nos, de quem fomos, dos sonhos, dos desejos e de tudo aquilo
de que somos feitos e viver-se na mentira de uma aparente felicidade até cair o
pano da noite porque so assim nos reencontramos, só nesse momento existe paz e
tudo é permitido.
Como
sinto falta de mim.
sábado, fevereiro 04, 2012
Pra sempre
invade-me uma insônia terrível só consigo pensar em ti. Lembro relembrou momentos só nossos, frases e promessas. Sinto-me uma adolescente apaixonada não correspondida. Não consigo pensar em mais nada a não ser em ti, invade-me uma saudade imensa de nos e as lagrimas teimam em cair num misto de revolta e dor porque não se pode rescrever a história. Tanto ficou por dizer que hoje nem as palavras saem, tanto ficou por viver que parece que só uma vida não chegaria. Es tanto em mim que nem me encontro, dono do meu ser e da minha vontade. Perco-me em perguntas sem resposta, desejos e magoas de quem tudo teve e tudo perdeu. Eu era tão feliz que nem sabia! Fazes-me falta meu amor, no dia e na noite, nos bons e maus momentos, porque sem ti não sou feliz, sobrevivo contando as horas até te encontrar de novo. Fecho os olhos e a tua imagem aparece, faz-me falta o que me fazes sentir, a pessoa que sou quando estou contigo. Tanto fica por dizer e parece que ja disse tanto. Contigo as palavras não se gastam e são sempre poucas porque o que se sente nem sempre se consegue escrever. Pra sempre meu amor, pra sempre vou gostar de ti.
terça-feira, janeiro 03, 2012
Mais um ano que passou, ficam para trás lembranças de dias de sol e conversas de esplanada, banhos de mar, sonhos por realizar, planos e projetos adiados, concretizados, falhados, alterados. Ficam para trás os beijos longos, as noites de copo na mão, a música, as luzes de cada cidade por onde andei, o cheiro do mar, do verão. Passaram os dias, os meses, as pessoas, a vida. fizeram-se escolhas, receberam-se dadivas, colheram-se frutos, esqueceram-se pessoas, dias. Criaram-se laços, retomaram-se amizades, perdemo-nos, crescemos. choraram-se lágrimas, distribuíram-se sorrisos, partilharam-se conquistas. Passou-se mais um ano, vive-se outra vez.
sexta-feira, julho 01, 2011
Beautiful Lie
Yesterday, today, tomorrow
Fade away like frozen photographs.
Remember, forget
The stakes, the ways you take,
The ways you make the moments pass.
For every regret,
I tell a beautiful lie.
And I would die if you find out.
I tell a beautiful lie every time that I
Did not open up my mouth.
All the same, it’s a game,
It’s a play, it’s a war,
It’s a shame that we’re always fighting for.
I don’t mean to cast no blame,
I don’t intend to pretend that
I could never loved you more.
But in the blink of an eye,
Everything you ever knew can change
And it’s a beautiful lie if you think
Everything will always stay the same.
Babe. My babe.
You got a secret – it’s starting to show.
My babe. Sweet babe.
How long can you keep it?
How far would you go?
You tell a beautiful lie.
You tell a beautiful lie.
And it’s going to, it’s going to drive you crazy.
Babe. My babe.
How far would you go, go, go to tell a beautiful...
Yesterday, today, tomorrow
Fade away like frozen photographs
Remember, forget
Forever.
Fade away like frozen photographs.
Remember, forget
The stakes, the ways you take,
The ways you make the moments pass.
For every regret,
I tell a beautiful lie.
And I would die if you find out.
I tell a beautiful lie every time that I
Did not open up my mouth.
All the same, it’s a game,
It’s a play, it’s a war,
It’s a shame that we’re always fighting for.
I don’t mean to cast no blame,
I don’t intend to pretend that
I could never loved you more.
But in the blink of an eye,
Everything you ever knew can change
And it’s a beautiful lie if you think
Everything will always stay the same.
Babe. My babe.
You got a secret – it’s starting to show.
My babe. Sweet babe.
How long can you keep it?
How far would you go?
You tell a beautiful lie.
You tell a beautiful lie.
And it’s going to, it’s going to drive you crazy.
Babe. My babe.
How far would you go, go, go to tell a beautiful...
Yesterday, today, tomorrow
Fade away like frozen photographs
Remember, forget
Forever.
Keemo feat. Tim Royko, Cosmo Klein - "Beautiful Lie"
´As pessoas que já amei são pessoas que estarão sempre comigo.´ MRP
terça-feira, março 01, 2011
Se eu pudesse...
"E deixava a vida fluir, esquecia-me dos teus defeitos e tu dos meus e com o tempo aprenderíamos a viver um com o outro sem nos cansarmos, sem nos magoarmos, sem sombras nem equívocos."
Se eu pudesse, levava-te agora para casa, sentavámo-nos a lareira a conversar explicava-te porque é que um dia reparei que existias e sem querer me esqueci do meu coração entre os teus dedos.
Se eu pudesse...mas não posso, porque ninguém caminha sozinho, uma ponte só se constrói se as duas margens deixarem e o rio só corre se a corrente o empurrar. E eu não sou mais que uma gota de água nesse rio parado, uma peça perdida de uma ponte desmantelada, um mapa riscado que se esqueceu de todos os caminhos, uma folha em branco que perdeu a caneta, um estandarte sem bandeira, uma voz sem som, uma mão sem a outra. Falta-me a tua voz, o teu desejo, o teu querer, o teu poder.
Falta-me uma parte de mim que te dei e que agora já não podes devolver.
Um dia havemos de nos entender."
Se eu pudesse, levava-te agora para casa, sentavámo-nos a lareira a conversar explicava-te porque é que um dia reparei que existias e sem querer me esqueci do meu coração entre os teus dedos.
Se eu pudesse...mas não posso, porque ninguém caminha sozinho, uma ponte só se constrói se as duas margens deixarem e o rio só corre se a corrente o empurrar. E eu não sou mais que uma gota de água nesse rio parado, uma peça perdida de uma ponte desmantelada, um mapa riscado que se esqueceu de todos os caminhos, uma folha em branco que perdeu a caneta, um estandarte sem bandeira, uma voz sem som, uma mão sem a outra. Falta-me a tua voz, o teu desejo, o teu querer, o teu poder.
Falta-me uma parte de mim que te dei e que agora já não podes devolver.
Um dia havemos de nos entender."
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
terça-feira, novembro 23, 2010
sexta-feira, novembro 19, 2010
Rompendo a saudade...
É inevitavél pensar em ti, sonhar contigo, imaginar-te o cheiro. É inevitavél imaginar-te aqui, olhar para ti, ouvir-te a voz, querer saber de ti. Estas entranhado em mim por muito que lute contra tudo o que me fizes-te e fazes sentir. É verdade que já não perco tempo a faze-lo como antes, povoas agora mais que nunca os meus sonhos pois a realidade é bem diferente, e nada é para sempre, cada um seguiu os seu caminho embora estejamos para sempre ligados por um fios invisivel que nos faz nunca esquecer o que fomos, do quanto nos amamos e do tanto que demos um ao outro.
Apetecia-me pedir-te para nunca mais partires, mas nunca partirás pois farás para sempre parte do meu ser e da mulher que sou. Uma vida tem muitas vidas e guardo-te para sempre, numa caixinha cheia de pó fechada a sete chaves para que ninguem te toque a nao ser eu, onde és imortal e intocavél.
"Confeço que ainda procuro a noite um sinal de ti, quem sabe um dia... eu peço a noite um sinal de ti, por quem eu nao esqueci, por quem eu perdi!"
Apetecia-me pedir-te para nunca mais partires, mas nunca partirás pois farás para sempre parte do meu ser e da mulher que sou. Uma vida tem muitas vidas e guardo-te para sempre, numa caixinha cheia de pó fechada a sete chaves para que ninguem te toque a nao ser eu, onde és imortal e intocavél.
"Confeço que ainda procuro a noite um sinal de ti, quem sabe um dia... eu peço a noite um sinal de ti, por quem eu nao esqueci, por quem eu perdi!"
segunda-feira, agosto 16, 2010
Inevitabilidade
Como queria sentar-me no teu colo, como tamtas vezes fiz no passado, e contar-te tudo o que está a contecer, como a vida é inevitavel e me fazia tanta falta agora um abraço teu. Queria olhar-te nos olhos e pedir-te desculpa, pedir-te desculpa porque também eu estou a viver os meus sonhos com outra pessoa.
A vida e o amor são inevitaveis, são forças maiores, sempre te disse isso, sempre te disse que a vida tinha sido maior que nós, por muito que custe admitir foi assim que nos perdemos, eu de ti e tu de mim.
Quem sabe um dia esta inevitabilidade acabe e num momento qualquer eu te encontre ou tu me encontres ao virar da esquina e finalmente eu te possa olhar nos olhos e tu percebas que nunca sais-te de dentro de mim e possamos sorrir e eu possa matar as saudes do teu pequeno grande abraço, porque me faz tanta falta o teu olhar de quem me conheçe com defeitos e virtudes, com o esse olhar que me consegue ler a alma, porque és tu o único que me consegue fazer sorrir com os olhos.
A vida e o amor são inevitaveis, são forças maiores, sempre te disse isso, sempre te disse que a vida tinha sido maior que nós, por muito que custe admitir foi assim que nos perdemos, eu de ti e tu de mim.
Quem sabe um dia esta inevitabilidade acabe e num momento qualquer eu te encontre ou tu me encontres ao virar da esquina e finalmente eu te possa olhar nos olhos e tu percebas que nunca sais-te de dentro de mim e possamos sorrir e eu possa matar as saudes do teu pequeno grande abraço, porque me faz tanta falta o teu olhar de quem me conheçe com defeitos e virtudes, com o esse olhar que me consegue ler a alma, porque és tu o único que me consegue fazer sorrir com os olhos.
quinta-feira, julho 15, 2010
Anjos e Sérgio Moah - Virar a página
"Lembro-me da chuva em agosto
E sinto que nada é permanente
Sei que tudo muda e que tudo passa
Nunca nada é para sempre..."
quarta-feira, maio 26, 2010
domingo, abril 18, 2010
quarta-feira, janeiro 27, 2010
quinta-feira, novembro 26, 2009
Sinopse
Perdi-me dentro de mim,
Porque eu era labirinto.
E hoje quando me sinto,
É com saudades de mim.
Mário de Sá Carneiro
quinta-feira, outubro 15, 2009
A carta que eu nunca te escrevi
"Será que é medo?
Será que para ti não passo que mais um brinquedo?
Será que exagero?
Será que não passa de imaginação?
Será que é o meu nome que tens gravado no teu coração, ou não?
Eu sou a merda que vês, ao menos sabes quem sou.
E sabes que tudo que tenho é tudo aquilo que eu te dou
Nunca te prometi mais do que podia
Prefiro encarar a realidade a viver na fantasia"
Boss AC
sábado, setembro 05, 2009
sexta-feira, agosto 28, 2009
Pequenas coisas
Existem coisas que por mais que tentes nunca irão mudar. Não és dona do mundo nem do tempo, muito tão pouco dos gestos.
Banalizaram-se todas as cores, o céu já não têm tantas estrelas como ontem e a chuva já não sabes ao mesmo. São aquelas pequenas coisas. Aquelas que se banalizaram.
Com o passar do tempo aprendes que o silêncio não é assim tão mau quando já esgotaste as palavras.
Eu quero ser diferente! Quero inventar novas palavras, quero descobrir todos os dias uma estrela nova e recordar todos os dias o sabor da chuva.
Porque são aquelas pequenas coisas, aquelas que se banalizaram que me ensinaram tudo o que sei, que me fizeram apaixonar por tudo o que tenho.
Porque sou eternamente responsavél por aquilo que cativei e será sempe o amor que depositei nessas pequenas coisas que as fizeram tão únicas, tão minhas, tão nossas....
Banalizaram-se todas as cores, o céu já não têm tantas estrelas como ontem e a chuva já não sabes ao mesmo. São aquelas pequenas coisas. Aquelas que se banalizaram.
Com o passar do tempo aprendes que o silêncio não é assim tão mau quando já esgotaste as palavras.
Eu quero ser diferente! Quero inventar novas palavras, quero descobrir todos os dias uma estrela nova e recordar todos os dias o sabor da chuva.
Porque são aquelas pequenas coisas, aquelas que se banalizaram que me ensinaram tudo o que sei, que me fizeram apaixonar por tudo o que tenho.
Porque sou eternamente responsavél por aquilo que cativei e será sempe o amor que depositei nessas pequenas coisas que as fizeram tão únicas, tão minhas, tão nossas....
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